Ser Flamengo é ter alma de herói

"Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnico, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E, diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável."

Vou lá no Flamengo x Cuurintia.

Vou lá no Flamengo x Cuurintia.

                              Vou lá no Flamengo x Cuurintia.

Fui hoje na Gavea vê como fazer pra resgatar meu título de sócio. Preciso voltar a fazer natação.

Depois passei na bilheteria e peguei uma “gratuidade” pro jogo de domingo. Num é uma “volta”. É um jogo pontual inté pra botar “ordem” na casa. A mulekada tá vacilando, indo só na boa, e isso num pode acontecer.

Quando cobro, já ouvi. Tu num vai, também no vou. No jogo passado, FlaxFlu, “decisão” da Copa do Brasil, o Phellipe mandou mensagem desesperado. “Vai ao jogo, pelo amor Deus, porque num vendeu nada no nosso setor”.

Repetindo. Jogo pontual. E vou fazer mais alguns. Tenho direito a gratuidade, certo? Pela idade (28 anos) e deficiência. (preto, baixin, gordo, careca e pobre... É deficiência gente...). Quando completar cinco jogos faço uma “doação” de quinhentas pratas pro Flamengo.

Então, ingresso na carteira e aviso logo. Vou apertar os culhões da mulekada. Nada de abandonar o Flamengo, porra.

Tenho plena consciência do simbolismo da minha presença e preciso passar isso pruncês.

Tinha que tá no livro da vida uma cláusula pétrea: “nada é mais importante na vida do que amar e acompanhar o Flamengo. Sempre e para sempre”.

Te espero lá.

Valeu

Moraes

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