Ser Flamengo é ter alma de herói

"Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnico, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E, diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável."

Picadinhos de quarta-feira sem Mengão.

Picadinhos de quarta-feira sem Mengão.

                Picadinhos de quarta-feira sem Mengão.

A Julia pergunta: “Neguinho, como acabar com a indústria de multas no Flamengo e o que você faria?”

Linda, já falei disso trocentas vezes e vou ser repetitivo: “não existe indústria de multas. O que existe e cumprimento contratual.” Assinou por um prazo de dois anos. Mandou embora antes, tem que pagar, ué. É assim em qualquer atividade.

Como resolver? Cumprindo o contrato. Simples. Eu assinaria por um ano, prazo que entendo ser necessário pra formar um time, salvo exceções (2019, por exemplo).

No caso do Fessor que fala empolada (TITE), acho que foi perfeito. Inté 2024, ou seja, tem esses três meses pra estudar o grupo e o ano inteiro pra implantar seu trabalho.

Repito: num tenho opinião formada sobre ele. Só me resta torcer pra dar certo.

X – X – X

Já contei e vou recontar. Seleção Brasileia numa excursão a Europa no final dos anos 80. Técnico Lazarroni.  Só porrada. Só pau.

No penúltimo jogo tomamos de 3x0 da Dinamarca ou Noruega, num lembro. Estamos no saguão do hotel (em Copenhague ou Oslo), imprensa rasgando, um inferno, quando entra o Deni Menezes aos berros.

- Lazaroni demitido. O Presidente Ricardo Teixeira no Brasil acabou de confirmar.

O Eurico Miranda, Diretor de Futebol da CBF falou.

- Errado, ele continua. Quem contrata e demite sou eu.

Peitou, o Lazarroni continuou o trabalho e foi Campeão da Copa América, que o Brasil num ganhava desde o ano IV antes de Cristo.

Valeu

Moraes.